A
EXEGETA DE ARTON guia para exegetas e errantes
Divindade

Aharadak

panteao · "“Tudo é lefeu.”"

Áreas de influência
Tormenta, devassidão, dor, loucura, fome, servidão, corrupção, evolução
Símbolo sagrado
Um olho macabro de pupila vertical e cercado de espinhos. Cultistas enlouquecidos podem usar quase qualquer objeto ou imagem repugnante como símbolo sagrado, incluindo partes de seus próprios corpos
Arma predileta
Corrente de espinhos
Plano divino
Shand’krar
Canalizar energia
Negativa
Cores
Vermelho
Outros nomes
O Devorador; o Deus Rubro; o Lorde da Tormenta; o Redentor, entre alguns cultistas
Raças devotas
Quaisquer. A Tormenta aceita tudo e todos
Classes devotas
Quaisquer. A Tormenta aceita tudo e todos

Outrora um dos terríveis Lordes da Tormenta, esta aberração monstruosa ambicionava o grande poder divino oferecido pelos devotos de Arton. Após anos liderando seu próprio culto profano, Aharadak matou Tauron, o Deus da Força, e ascendeu como o novo e macabro Deus da Tormenta. Agora ocupando uma posição importante no Panteão, os invasores lefeu avançam mais uma etapa em seus planos para corromper Arton. Apenas os devotos mais depravados ousam cultuar esta divindade de escatologia e sadismo.

Crenças e objetivos

Reverenciar a Tormenta, apregoar a inevitabilidade de sua chegada ao mundo. Praticar a devassidão e a perversão. Deturpar tudo que é correto, desfigurar tudo que é normal. Abraçar a agonia, crueldade e loucura

Obrigações

Quase todos os cultistas de Aharadak são maníacos insanos, compelidos a praticar os atos mais abomináveis. No entanto, talvez devido à natureza alienígena e incompreensível deste deus, alguns devotos conseguem se resguardar. Preservam sua humanidade, abstendo-se de cometer crimes ou profanações. Ainda assim, o devoto paga um preço. No início de qualquer cena de ação, role 1d6. Com um resultado ímpar, você fica fascinado na primeira rodada, perdido em devaneios sobre a futilidade da vida (mesmo que seja imune a esta condição)